segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

[ESPECIAL] O Que joguei em 2018


Revivendo grades clássicos de um glorioso video game



Bem, meus amigos, estou aqui em mais um Meme Gamer para mostrar um pouco do que eu joguei em 2018. Separei 3 jogos muito bons, que tive o privilégio de zerar este ano e espero que vocês curtam eles tanto quanto eu curti!  

Como todo mundo sabe, eu curto muito jogos antigos. Desde os clássicos de PC, que foram os primeiros que conheci, aos os jogos de console, que marcaram igualmente minha vida. Este ano eu decidi tirar um tempinho dos meus afazeres e reviver alguns jogos do saudoso PS1, explorando a vasta biblioteca de clássicos que esse console tão magnífico tem. Portanto, apertem os cintos e vamos relembrar comigo algumas das pérolas desse magnífico video-game



Certo dia estava navegando pelo Facebook e vi numa fan page a seguinte manchete: “Resident Evil 3 dublado”. Na mesma hora, deu aquele frio na barriga e eu fiquei todo arrepiado. “Poxa, RE3 dublado! Não dá pra ficar melhor que isso!”, eu pensei. Fiz questão de clicar na mesma hora, pois tinha que conseguir aquilo de qualquer jeito. Tive alguns problemas pra fazer o jogo rodar adequadamente, mas os responsáveis pela página foram bem atenciosos em me ajudar, e finalmente pude começar a jogatina. E daí, não parei mais. Jogando essa versão, parecia que eu estava vendo outro jogo. Basicamente tudo traduzido, com algumas alterações de leve no visual, como as portas e outras partes do cenário, pra parecer um pouco mais aterrorizante — que, como todo mundo sabe, é marca registrada do Resident Evil clássico.

O enredo tem como protagonista Jill Valentine, tentando escapar da cidade de Raccoon City, que está infestada de monstros provenientes de surto viral. Ao mesmo, tempo Durante o gameplay, você será perseguido (assim como em Resident Evil 2) por uma criatura chamada Nemesis, que muitos consideram a pedra no sapato da protagonista. Para quem gosta de terror e jogos retrô, Resident Evil 3 é um prato cheio. Ah, e pra quem quer saber mais sobre o trabalho da fan page que falei antes, vou deixar um link por aqui. Eles possuem vários trabalhos legais, que com certeza vocês iram gostar!



Da primeira vez que vi esse Countdown Vampires, fiquei impressionado com o quão ele é parecido com Resident Evil. Survival Horror é um estilo de jogo que eu amo, então a atração foi imediata. De primeira, fiquei bem perdido no jogo, pois não sabia exatamente o que fazer, mas logo fui me acostumando. Nunca tinha pensado em zerar Countdown Vampires, pois o game era sempre de locadora ou emprestado dos amigos. Ao iniciar o jogo, você já nota várias referências a filmes de terror, como Um Drink no Inferno e Pânico, e quem assistiu também vai notar de primeira. Durante a jogatina, reparei em muitas coisas interessantes em Countdown Vampires. Uma que me chamou atenção foi a possibilidade de salvar a vida de determinados inimigos. No começo do jogo, você recebe duas armas, uma pistola com munição especial que apenas derruba os inimigos (mas que pode matar com alguns tiros a mais); e outra que é uma espécie de luva que dá choques elétricos. Os inimigos caem e demoram a levantar, enquanto isso, você pode se aproximar e utilizar um item chamado White Water (Água Branca), que serve para transformar os inimigos de volta em humanos novamente. Outro diferencial (que foi implementado em outros jogos) é o fato de você pegar outros tipos de munição, deixando suas armas muito mais fortes.

O jogo se passa em diversos cenários, e narra a história de um detetive que resolve faturar uma grana como segurança de VIPs na Inauguração de um novo hotel Cassino temático. De repente, uma plataforma onde estavam duas dançarinas começa a pegar fogo e o sistema anti-incêndio é ativado. Elas começam a se transformar em vampiras e começam a atacar todos os convidados, dando inicio à corrida pela sobrevivência. Recomendo muito que joguem Countdown Vampires, e que explorem cada detalhe do jogo, pois vale muito a pena.



Pra quem curte a saga de Ash Williams, este jogo é um prato cheio, lotado de referências a todos os filmes e sempre com aquele humor negro, somado ao terror no melhor estilo trash. É sempre muito hilário ver Ash xingando e provocando os monstros. Pra mim, Evil Dead é um jogo com a dificuldade moderada, pois cada chefe precisa ser derrotado com estratégias específicas, e como todo bom Survival Horror, é preciso saber administrar bem os itens. Uma coisa muito massa é o sistema de melhoria das armas, que, além de ficarem mais fortes, também ganham um novo visual. A trilha sonora também é muito bacana, e ajuda a manter o clima macabro no jogo.

Evil Dead: Hail to the King se passa 8 anos após os acontecimentos de Army of Darkness. Depois de recuperar seu trabalho na S-Mart, Ash Williams começa a sofrer de recorrentes pesadelos sobre o Necronomicon e os Deadites, que o assombram durante anos. Querendo ajudá-lo, Jenny, sua colega de trabalho, tem a ideia de voltar com Ash para velha cabana do Professor Knowby para ajudá-lo a enfrentar seus demônios.   



Como vocês puderam ver 2018 foi todo dedicado aos clássicos e que venham outros anos como este espero que tenham gostado de nossa pequena viagem nostálgica deixem ai nos comentários o que acharam nos vemos no próximo post até mais amigos




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Autor: Paulo Victor
Revisão de texto: Breno Barbosa





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